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Caso Santa Casa: Número de óbitos continua subindo

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Tendo se passado já quase uma semana da denúncia formalizada pelo Sindmepa aos órgãos competentes responsáveis pela saúde no Estado do Pará sobre a mortalidade de bebês na Santa Casa de Misericórdia, até agora nenhuma resposta oficial foi dada pelos órgãos tanto ao Sindmepa quanto à sociedade de modo geral sobre o assunto.

“Até agora não houve nenhuma convocação por parte do Ministério Público ou por parte do Ministério da Saúde sobre os encaminhamentos que estão sendo tomados quanto ao caso. Não sabemos, de fato, como será o funcionamento da nova Santa Casa e quais os procedimentos que estão sendo tomados no caso dos bebês internados no hospital”, afirma a pediatra neonatologista da Santa Casa, Vilma Hutim, diretora do Sindmepa.

Médicos que atuam na instituição apontam que até hoje de manhã já chegava a 38 o número de bebês mortos no mês de junho na Santa Casa, ou seja, uma média de dois bebês a cada dia.

No ofício com pedido de providências encaminhado pelo Sindmepa aos órgãos competentes – MPE, MPF, OAB-PA, MS, Sespa, Sesma e Alepa –  considera-se que o número de óbitos de recém-nascidos registrados na Santa Casa só se compara aos registrados em países subdesenvolvidos. O Sindmepa também enviou ofício ao Ministério da Saúde e uma equipe técnica do Ministério está desde ontem na Santa Casa avaliando as condições hospitalares. Os técnicos revelaram que o Ministério dispõe de verbas para a saúde na região Norte.

O diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso, destaca que o Sindicato não pode ser acusado de omissão nos problemas que levaram ao atual quadro da saúde no Pará. “Nós temos apontado desde sempre a falta de prioridade com a Atenção Básica e a falta de maternidades no Estado, que possam desafogar a Santa Casa. Sempre denunciamos isso e cobramos providências das autoridades para melhorar a Santa Casa”, observa.

 

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Sindicato dos Médicos do Pará