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Sindmepa Informa – 04.08.2013

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AÇÕES DE CIDADANIA

O movimento médico do Pará optou por não paralisar atividades em protesto à política de atração de médicos formados lá fora sem qualificação para o atendimento no Brasil. Para não penalizarmos a população, que não é a responsável pelo caos da saúde, decidimos realizar ações sociais como a de doação de sangue na última quarta-feira, que levou dezenas de médicos ao Hemopa contribuindo para os estoques de sangue da instituição e integrando o cadastro nacional de doadores de medula. Também faremos atendimento na praça da República neste domingo, com medição de pressão arterial. Em todas as ações vamos distribuir a Carta aos Brasileiros explicando as razões dos protestos médicos no Brasil.

HEMOPA 35 ANOS

Aliás, o Hemopa completou, na última sexta-feira, 2 de agosto, 35 anos de bons serviços prestados à população e nos deixa muito alegres provando que uma instituição pública, quando bem administrada por uma gestão/gerência pública, pode apresentar serviços de alta qualidade a custos bem menores, desmitificando a teoria de que tudo que é privado é bom e barato e tudo que é público é ruim e caro. E olhe que os profissionais dessa instituição não tem uma remuneração boa e compatível com a excelência dos seus serviços. Parabéns a todos os que fazem o Hemopa.

MAIS MÉDICOS – UM FRACASSO

Com 1.753 médicos inscritos no Brasil, só 11% do total de vagas anunciadas pelo Ministério da Saúde, o programa Mais Médicos vem se revelando um fracasso. No Pará, só 66 médicos se inscreveram para trabalhar em 34 dos municípios que se cadastraram ao programa, ou seja, quase 70% dos municípios paraenses inscritos não estão contemplados. O que se observa na prática é que a maioria dos municípios para onde foram selecionados médicos não estão localizados nas regiões mais carentes do Estado, como é o caso do Marajó. Além do mais, muitos dos selecionados já trabalham no município para o qual se inscreveram. Portanto, a categoria médica, na prática, dá mais um exemplo de que o programa é antidemocrático, ditatorial, demagógico e eleitoreiro.

GOLPE NO PAB

Entre as medidas que o governo omite dos secretários de saúde dos municípios sobre o Programa Mais Médicos está o fato de que as verbas a serem utilizadas para remunerar as bolsas dos médicos, sem nenhum direito trabalhista, serão abatidas dos repasses das verbas do Piso de Atenção Básica (PAB), agravando ainda mais o modelo de atenção à saúde, que deveria estar voltado à prevenção, promoção e proteção à saúde e não voltado à doença. O governo está inventando remédios para matar o doente.

ANANINDEUA I

A greve dos servidores da saúde de Ananindeua, que reclamam de precárias condições de trabalho, falta de plano de carreira, defasagem salarial, vale alimentação, equipes incompletas, falta de medicamentos e material básico para curativos e exames, entre outros, começa a chamar a atenção dos médicos da cidade, que passam pelos mesmos problemas e já pensam em engrossar este caldo. Para tanto, procuraram o Sindmepa que já está organizando ações para breve. Começaremos por visitas técnicas às unidades de saúde do município.

ORTOPEDISTAS

Os ortopedistas do SUS suspenderam o atendimento por falta de pagamento da Sesma (abril e maio) e Sespa (maio), que quebraram mais uma vez o acordo firmado com o Sindmepa. E a população, que nada tem a ver com isto, será prejudicada novamente. Até quando este desrespeito vai continuar? com a palavra o prefeito e o governador.

 

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Sindicato dos Médicos do Pará