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Sindmepa Informa – 08.09.2013

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NAS RUAS, DE NOVO!

Médicos e odontólogos se uniram neste 07 de setembro para marcar presença nas ruas contra o Mais Médicos e pela aprovação do Ato Médico. Nossa luta, é bom que fique claro, é por saúde de qualidade para toda a população brasileira, que merece ser atendida por profissionais com diplomas revalidados dentro das normas e leis vigentes no Brasil, com financiamento adequado, gestão eficiente, contra a corrupção e impunidade e pelo servidor valorizado.

PARALISAÇÃO

Médicos anestesiologistas do Hospital Abelardo Santos ameaçam paralisar atividades a partir do dia 12 deste mês como forma de protesto pela redução salarial que sofreram, após descumprimento de acordo firmado entre o Sindmepa e a Sespa. O corte na remuneração dos anestesiologistas do Hospital aconteceu com a suspensão da gratificação de alta complexidade que era incorporada ao salário e foi suprimida pelo governo.

TRANSFERÊNCIA

Chega ao Sindmepa denúncia de transferência de médicos anestesiologistas do quadro efetivo da Santa Casa, do centro obstétrico para o centro cirúrgico do hospital. O grande problema é que os médicos do quadro, alguns com mais de 25 anos de serviço, trabalham em regime de plantões na maioria noturnos, feriados e fins-de-semana, tendo a vida profissional organizada, sendo impossível se adequarem à nova carga horária de trabalho, diariamente, no horário comercial. O Sindmepa já está tomando as providências legais cabíveis.

SEM EQUIPAMENTOS

Médicos do Hospital Regional de Tucuruí denunciam a falta de estrutura para a realização de procedimentos de alta complexidade naquele hospital. Faltam equipamentos indispensáveis para os procedimentos como tomógrafos de alta resolutividade, ressonância magnética, serviço de hemodinâmica, instrumental de neurocirurgia, microscópio eletrônico, entre outros. Várias solicitações já foram encaminhadas à Sespa mas até agora, silêncio absoluto.

MAIS MÉDICOS

Começa a fracassar o programa Mais Médicos do governo federal, na medida em que o povo brasileiro toma conhecimento da manobra de fundo eleitoreiro do Ministério da Saúde. As condições impostas aos médicos cubanos para atuarem no território nacional, análogas à escravidão, às quais soma-se a total ausência de respeito às leis trabalhistas vigentes no país, ao direito de ir e vir, o direito à companhia da família, etc, constituem-se em verdadeira agressão ao estado democrático de direito vigente no Brasil.

CONTRATO

Já sabe-se o teor do contrato firmado entre o governo brasileiro e a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) para a vinda dos médicos cubanos ao Brasil. De acordo com informação publicada no Blog do Josias, no UOL Notícias, a Opas vai levar R$ 24,3 milhões pela intermediação do contrato, o que corresponde a 5% do valor total de R$ 510,9 milhões. E tem mais: o governo brasileiro vai antecipar o pagamento ainda em 2013, sendo que o contrato vai durar três anos. Em agosto já saiu a primeira parcela: R$ 100 milhões e agora em setembro sai mais uma parcela de R$ 300 milhões. Em novembro sai o restante. O dinheiro será repassado à Opas e depois encaminhado ao governo cubano, que irá remunerar os profissionais como bem entender. Que é isso, companheiros?

 

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Sindicato dos Médicos do Pará