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Fenam: mais um golpe

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“Mais um golpe foi aplicado pelo atual presidente da Fenam para perpetuar-se no poder em sucessivas reeleições, provocando o total desmantelamento daquela que já foi a grandiosa Federação Nacional dos Médicos”. Esta é a avaliação do resultado da última reunião do Conselho Deliberativo da Fenam, em Natal, no último dia 19, feita pelo diretor do Sindmepa, Waldir Cardoso, que participou da reunião, junto com o também diretor, Wilson Machado.

Cercado por oito seguranças, “contratados para não ter nenhum tipo de dificuldade em perpetrar sua ilicitude”, Geraldo Ferreira vetou a participação e o direito a voto de vários sindicalistas e delegados legitimamente eleitos. Um deles foi o diretor do Sindmepa, Wilson Machado, legítimo presidente da Federação Médica da Amazônia (Femam), impedido de votar por participar do Fórum da Resistência Democrática, que reúne 21 sindicatos de todo o País na oposição à atual diretoria da Fenam. “Repudiamos com veemência essa atitude totalmente antidemocrática e antiética do atual presidente da Fenam”, protesta Wilson Machado.

“O presidente vetou a participação de vários sindicalistas e delegados legitimamente eleitos utilizando de subterfúgios ilegais, criando mais uma vez um quórum artificial. Sindicatos adimplentes não puderam participar e representantes de regionais foram impedidos de votar”, denuncia Waldir Cardoso.

Atualmente, 53 sindicatos fazem parte da Fenam, dos quais só cerca de 40 funcionam efetivamente. Desses, 21 formam o Fórum de Resistência Democrática, criado após a reeleição do atual presidente em um congresso contestado judicialmente. “Só temos a lamentar o melancólico fim daquela que já foi a grandiosa Fenam”, ressalta Cardoso. “A Resistência Democrática será convocada em breve para definir os caminhos que seguirão os sindicatos que discordam da forma antidemocrática e imperial com que está sendo conduzida a entidade”, acrescenta.

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Sindicato dos Médicos do Pará