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Sindmepa Informa 15.02.15

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ROLETA RUSSA

O Hospital Ophyr Loiola não aceita pacientes sem diagnóstico, o que além de difícil na rede pública, atrasa a chance de tratamento. Quando diagnosticado, o paciente entra na fila de espera da radioterapia, da cirurgia ou da quimioterapia e a chance de tratamento em tempo hábil de cura estima-se em torno de 30%. Aliado a isso, a falta de condições de trabalho é outro problema que dificulta o atendimento hospitalar. Faltam leitos, materiais e equipamentos para a realização de cirurgias programadas já com AIH autorizadas pelo SUS. São centenas de pacientes na fila com AIH na mão esperando pela liberação da direção clínica. Agora o governo quer privatizar o hospital. Resumo da ópera: o governo submete todos à roleta russa.

PARTICIPAÇÃO

A participação de estudantes na formulação e implementação de políticas públicas de saúde, defendida pelo Conselho Nacional de Saúde e pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), durante a Nona Bienal da UNE, é sem dúvida um incentivo para que os jovens se interessem pelo tema, tão importante para a garantia da qualidade na prestação deste serviço ao povo brasileiro. A juventude, futuro da Nação, certamente tem muito a contribuir nesta área. O Sindmepa aposta neles!!

COMISSÃO SESMA

O sindicato dos Médicos está seriamente desconfiando que a Comissão formada pelo Sindicato e vários setores da Sesma com objetivo de promover um realinhamento das gratificações integrantes dos vencimentos dos servidores daquela Secretaria, acabe mais uma vez em pizza. Já que nas últimas reuniões nada se conseguiu avançar, tendo sempre como justificativa a falta de informações cruciais por parte da secretaria para o desenvolvimento dos trabalhos, como a relação dos médicos por vínculos e custo financeiro destes.

MAIS MÉDICOS

 

Nesta segunda etapa do Programa Mais Médicos municípios como Belém e Ananindeua requisitaram médicos totalmente em desacordo com o programa. Não são áreas de difícil acesso e muito menos com deficiência de médicos. Portanto, estes municípios só tem duas saídas. Ou pagam os mesmos salários de R$ 10.513,01 para os profissionais que atendem na Atenção Básica ou se preparem para greves. Agendamos uma AGE com os médicos do ESF Belém para o próximo dia 24, no auditório do Sindmepa, às 19h.

ACOLHIMENTO FAMAZ

Parabenizamos a iniciativa da Famaz que, pela primeira vez, chamou todas as entidades para um evento de acolhimento ao calouro focado no papel das entidades médicas: CFM,AMB, CRM, SMCP e Sindmepa para um debate sobre o papel de cada uma delas. Temas importantes foram debatidos, como qualificação e avaliação do ensino médico, exame de ordem, programa Mais Médicos e problemas no SUS. Sobre o exame de ordem, reafirmamos nossa posição contrária, defendendo a avaliação do aluno no segundo, quarto e sexto ano do curso. E ainda mais. Que seja feita a avaliação não só do aluno, mas também do professor, da faculdade e da infraestrutura oferecida pelo curso.

PRESENÇA MORTA

O programa presença Viva da Sespa, apesar de resolução contrária do CES, voltou a funcionar, desviando verbas da saúde para mutirões inúteis de atendimento médico e odontológico, jogando literalmente dinheiro público fora quando deveria estar se preocupando e incentivando a atenção básica nos municípios. Quem sabe não está usando verbas do piso estadual de atenção básica dos municípios que está atrasada desde o ano passado.

PRÓ-SAÚDE: MAIS UMA

O atendimento no hospital público Regional de Santarém está funcionando à base da judicialização da saúde. Só em janeiro, o MPE do município ajuizou seis ações públicas contra o hospital, pedindo medicamentos que não estão sendo fornecidos, procedimentos cirúrgicos, realização de exames por conta da demora no atendimento. Isso tudo comprova o que o Sindmepa vem denunciando, as OSs, que administram Hospitais Regionais, só visam lucro e escolhem os pacientes que querem atender para sobrar grana. Não é à toa que o CES aprovou resolução contrária a terceirização dos Hospitais Públicos por meio de OSs.

MÉDICOS MARITUBA

Diante da ameaça de paralisação das atividades médicas no hospital Divina Providência, de Marituba, o prefeito Mário Filho informou que a Prefeitura vai voltar a fazer os repasses de pagamentos atrasados àquele estabelecimento de saúde. Com atrasos de pagamentos desde o ano passado – algumas dívidas desde setembro – o hospital está com dificuldades para se manter. Com a promessa do prefeito, o corpo clínico decidiu dar um voto de confiança à Prefeitura, mas o Sindmepa acompanha de perto o desenrolar dos fatos e, se as promessas não se concretizarem, tomaremos as providências cabíveis.

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Sindicato dos Médicos do Pará