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Bettina desativa importantes serviços prestados à população

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Médicos do hospital Bettina Ferro de Souza, que funciona no campus do Guamá da Universidade Federal do Pará, denunciam ao Sindmepa a desativação de importantes serviços prestados à comunidade pelo hospital universitário. Entre esses estão os serviços de endoscopia, ultrassonografia e mamografia. Das salas de raio-X, apenas uma está funcionando, com redução de oferta de exames.

Além da desativação desses serviços, os médicos estão sentindo o esvaziamento financeiro da instituição. “Chegou-se ao ponto de residentes precisarem fazer ‘vaquinha’ pra comprar material para cirurgia de otorrino”, contou um médico. Há equipamentos de tecnologia de ponta que estão sem utilização por falta de instalação. Um exemplo disso é um Workstation, um monitor de alta resolução usado para fazer laudo radiológico que estaria sem uso por falta de nobreak.

O diretor do Sindmepa, João Gouveia, que recebeu a denúncia, disse que o sindicato pedirá uma reunião com a direção do hospital para obter informações mais precisas sobre os problemas enfrentados pela instituição e, se for preciso, solicitará audiência com o reitor da UFPA para maiores esclarecimentos e providências.

O Sindmepa visitou as instalações do Bettina Ferro em outubro do ano passado, encontrando o hospital com uma excelente estrutura física e bem equipado, especialmente preparado para atender as áreas de oftalmo e otorrinolaringologia. Com os problemas enfrentados no Hospital Ophir Loyola, esperava-se que o Bettina pudesse absorver o serviço de atendimento a fissurados que funciona no HOL, hoje sem muita estrutura. “A desativação de serviços no Bettina é um enorme prejuízo ao Sistema Único de Saúde, especialmente porque sabemos que a grande clientela do hospital advém das áreas periféricas do entorno da UFPA”, disse João Gouveia.

Foto: divulgação

 

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Sindicato dos Médicos do Pará