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Anvisa faz mal à saúde

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, na última semana, uma nova regra que amplia o número de medicamentos isentos de prescrição médica no Brasil. A lista inclui remédios para tratar diarreia, cólica, dor muscular, alergias, sintomas de gripe, cicatrizantes, entre outros.

Para o Sindmepa, a medida induz à automedicação e é nociva para a saúde pública. “Além de prejudicar a saúde de quem faz o uso inadequado, aumenta os custos do atendimento à população pelos efeitos colaterais e interações medicamentosas provocadas”, afirma o diretor João Gouveia.

O diretor explica que o motivo pelo qual a automedicação pode se tornar um veneno está na dosagem. “Somente o médico está apto a prescrever o medicamento mais adequado ao paciente após a consulta”, garante.

Nenhum medicamento é isento de efeitos colaterais ou de interação medicamentosa. Entre os efeitos colaterais mais comuns estão as alergias cutâneas, que quando atacam o sistema respiratório podem levar até a morte. Outra categoria de medicamentos que tem gerado problemas à saúde por conta da automedicação é a dos anti-infamatórios. O uso abusivo desses medicamentos é uma das principais causas de insuficiência renal.

Interação medicamentosa

A interação medicamentosa é quando o medicamento pode diminuir, aumentar ou anular o efeito de outro medicamento, causando prejuízos à saúde.

Entre os medicamentos mais usados sem prescrição médica, também chamados de não-tarjados, estão os analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios, que quando usados de forma indevida ou abusiva podem causar graves danos à saúde.

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Sindicato dos Médicos do Pará