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Sindmepa adere à campanha ‘Novembro Azul’

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A cor azul simboliza a tranquilidade, a serenidade e a harmonia. Nada melhor do que estar com saúde para aproveitar a vida, não é mesmo? É pensando nisso que o mês de novembro tem um caráter de alerta para os hábitos errados com a alimentação – ao combate à diabetes – e chama atenção para os velhos mitos e tabus do câncer de próstata. Por isso, a fachada do Sindmepa e site institucional estão na cor azul em alusão às duas campanhas.

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Câncer de próstata

Estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) aponta que 51% dos homens nunca consultaram um médico Urologista. Depois do câncer de pele, o câncer de próstata é o tumor maligno mais comum nos homens, representando cerca de 10% de todos os cânceres diagnosticados. No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que este ano sejam confirmados mais de 61 mil novos casos, ou seja, quase 62 casos para cada 100 mil brasileiros e um em cada seis homens vai desenvolver o tumor durante sua vida.

O Sindmepa recomenda que todos os homens, a partir dos 50 anos de idade, façam os exames que diagnosticam o câncer de próstata anualmente. Já a SBU lembra também que apesar de poder ser diagnosticado em jovens, inclusive abaixo dos 40 anos, o risco aumenta significativamente após os 50 anos, correspondendo a 40% dos tumores nessa faixa etária. A idade média do diagnóstico da doença é de 69 anos, enquanto a do óbito, de 77 anos.

Diabetes 

O diabetes é uma doença crônica que atinge mais de 60 milhões de pessoas no mundo. Isso significa que uma em cada 12 indivíduos possuem a doença. Existem três tipos principais de diabetes: diabetes tipo 1, o mais frequente entre crianças e adolescentes; diabetes tipo 2, mais frequente entre os adultos e está ligado à obesidade ou excesso de peso, falta de atividade física e má nutrição; e o diabetes gestacional que é uma complicação da gravidez que afeta aproximadamente 10% das gestantes globalmente.

A prevenção primária do diabetes pode ser favorecida pela implementação de políticas públicas para prevenir a obesidade ou excesso de peso, tais como aquelas que aumentam a disponibilidade e o acesso a alimentos saudáveis ​​e atividade física. Além disso, para a prevenção secundária, é importante reforçar as políticas que melhorem o acesso ao diagnóstico de diabetes, cuidados médicos, bem como medicação acessível.

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Sindicato dos Médicos do Pará